(Um post rápido, que serve para incentivar o retorno definitivo disso aqui.)

É incrível como o ser humano pode ser nojento, idiota e ridículo.
As oposições em clubes de futebol são tão inexplicáveis quanto as da política. A verdade é que ninguém que está ligado a uma instituição se preocupa DE FATO com ela.
As declarações do presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, contra Carlos Eugênio Simon foram duras, pra não dizer coisa pior – ainda mais se tratando de um intelectual respeitado como o economista.
Enquanto isso e sobre isso, a oposição fala, escandaliza, fala; fala e xinga, diz que Belluzzo é isso, aquilo, e Musftafá Contursi – sim, AQUELE – volta a aparecer, a falar como se ele não fosse um dos responsáveis pela draga que passou o time paulista nos últimos anos.
Que não venham falar de Parmalat, pois ao lembrar disto, lembramos também que a grana, o time e sua administração vieram do mesmo lugar, que não era o Palmeiras, nem Mustafá.
As oposições nunca querem o melhor para seu clube. Seu bairro, sua cidade, estado, país.
Não, querem a baderna, a desordem. E tanto faz se for esquerdista ou de direita. Tudo “farinha do mesmo saco”, expressão batida e mesmo assim, infinita.
A oposição do Palmeiras quer derrubar a situação. Novidade. A oposição do Corinthians também quer derrubar a situação.
E essa lista continua em todos os clubes que são administrados como “algo” maior que todos, porque é muito melhor você ter o poder do que fazer o melhor para os milhões (de pessoas, no caso) que vivem aquilo diariamente.
Só um ponto a se considerar: o Palmeiras é o time com a mentalidade mais velha e surrada do Brasil. Os italianos e descendentes querem controlar o clube para sempre! Basta andar pelas dependências do Palestra Itália para ver múmias eternas circulando com suas bengalas! Conselheiros de mais de 90 anos, que nem devem saber mais o que é futebol, ficam lá, para sempre, impedindo que novas ideias entrem pelos corredores, refresquem os departamentos!
O futebol mudou, os vitalícios não.
Que a chance de alguém dizer que o Ademir da Guia ainda joga por lá é enorme.
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Oposição é o lixo, a escória, e, infelizmente, a história. O tal objetivo maior nunca existiu, senão na mente insana de intelectuais.
Mas isso merece uma continuação, aqui, ali, em todo lugar.
Henry Mira
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